
João Kepler
João Kepler é escritor, educador, anjo-investidor, conferencista, apresentador do programa PIVOTANDO no SBT News. É autor de 11 livros, especialista em nova economia, equity, startups e negócios inovadores. Foi premiado quatro vezes como o Melhor Investidor Anjo do Brasil pelo Startup Awards. Também foi premiado pelo iBest como Top #1 do Brasil em Economia e Negócios. Kepler ainda é CVO da Bossa Invest - Venture Capital e CEO da Equity Fund - Private Equity.
Liderança
Como estimular o melhor da sua equipe
A solidão do líder muitas vezes é provocada por ele mesmo. Se não criar um ambiente colaborativo, compartilhar e interagir, não vai ter apoio das pessoas de forma espontânea. Por isso é tão importante valorizar e colaborar com seu time.
Manter-se
próximo de um time exige muito mais de um líder do que estar presente e distribuir
comandos. Liderar é uma arte que precisa, assim como todas, do aperfeiçoamento
de técnicas e o desenvolvimento de métodos e práticas que são capazes de
proporcionar os resultados almejados pelos líderes que idealizaram as
estratégias que serão adotadas por sua equipe.
próximo de um time exige muito mais de um líder do que estar presente e distribuir
comandos. Liderar é uma arte que precisa, assim como todas, do aperfeiçoamento
de técnicas e o desenvolvimento de métodos e práticas que são capazes de
proporcionar os resultados almejados pelos líderes que idealizaram as
estratégias que serão adotadas por sua equipe.
O papel
de um líder tem muito mais a ver com a sua postura e ações, em detrimento das
suas falas ou incoerência. Só assim é possível identificar e estimular o melhor
que cada componente da equipe tem a oferecer. Para construir uma relação que
tenha como base a confiança e o respeito mútuo, é preciso se valer da
sinceridade – mesmo em momentos de crises ou ruins para empresa.
de um líder tem muito mais a ver com a sua postura e ações, em detrimento das
suas falas ou incoerência. Só assim é possível identificar e estimular o melhor
que cada componente da equipe tem a oferecer. Para construir uma relação que
tenha como base a confiança e o respeito mútuo, é preciso se valer da
sinceridade – mesmo em momentos de crises ou ruins para empresa.
Neste
contexto, para que essa relação seja estabelecida e para que os empreendedores
e/ou líderes possam estimular suas equipes, algumas dicas são válidas:
contexto, para que essa relação seja estabelecida e para que os empreendedores
e/ou líderes possam estimular suas equipes, algumas dicas são válidas:
- A motivação ajuda a desenvolver um ambiente agradável e um clima favorável entre os colaboradores, além de ajudar a criar e aproveitar oportunidades e treinar a equipe.
- As pessoas não são números de registros ou estatísticas da empresa, gestores de sucesso aprendem a lidar com as pessoas e a entendê-las e respeitá-las. Ainda mais no universo das vendas, é preciso gostar de gente antes de números e metas.
- A confiança precisa ser mútua, lembra? Isso significa que o bom líder aprende a delegar e a se sentir seguro quanto a isso, já foi o tempo em que tentar fazer tudo ou omitir informações eram práticas aceitáveis dos gestores.
- As críticas sempre vão existir, mas para manter a equipe de vendas constantemente estimulada passa, e muito, por um feedback constante e eficiente. Não apenas críticas ou apontamentos em momentos de erros, por exemplo.
- As estratégias são formuladas, mas não definitivas. Nunca é tarde para perceber que cometeu algum equívoco ou que precisa voltar atrás em um ponto.
- As metas precisam ser condizentes com a realidade da empresa e o que você oferece de suporte para que elas se concretizem. Não adianta absolutamente nada projetar expectativas inalcançáveis, só vai frustrar os dois lados e desgastar a relação.
- As métricas são fundamentais para te ajudar a mensurar o que realmente está funcionando ou não. Por isso, recorra a sistemas, crie rotinas e esteja atento aos resultados. São eles que vão te mostrar para onde ir e como orientar sua equipe em relação aos próximos passos.
- A paixão precisa se manter acesa! Um líder sem paixão torna-se um “empurrador de tarefas” e, se for organizado, um burocrata que mantém as coisas nos eixos, mas não gera novos desafios.



